As redes sociais dominam os mercados emergentes
O Facebook conquistou duas marcas importantes neste ano, ao atingir a marca de 500 milhões de usuários ativos e ao ultrapassar o volume de tráfego do Google nos EUA. Isso vem a demonstrar a importância das redes sociais para a evolução da web.
Mas o entusiasmo com que as pessoas em países fora da Europa e América do Norte estão entrando para redes sociais está superando as expectativas que muitos observadores. Sete dos 10 países com mais "altamente empenhado" usuários de internet estão no Oriente Médio e África, juntamente com a China, Brasil e Malásia, segundo um grande estudo da TNS, o braço da WPP pesquisa de mercado.
Como a Internet torna-se mais acessíveis em todo o mundo, especialmente através de telefones celulares, muitas pessoas nestes mercados em rápido crescimento estão saltando as mais populares formas de comunicação digital, como o e-mail e sites estáticos.
Em vez disso, as pessoas na China, Brasil e Índia estão se voltando a serviços mais interativos, tais como mensagens instantâneas, redes sociais e blogs para manter-se em contato com amigos e novidades.
Isso cria um ambiente muito diferente de mídia para os anunciantes habituados a mídias mais tradicionais como TV, jornais e portais web tradicionais. Muitas empresas ainda estão lutando para entender o Facebook e o Twitter.
Por causa das diferentes histórias de acesso à internet em diferentes partes do mundo, a interação com ela são muito diferente, e continuarão a ser. A vida que online que as pessoas levam são muito complexas e fragmentadas. - O caminho para a compra pode ser radicalmente diferente.
Mesmo dentro dos mercados de emergentes, ações de marketing e publicidade online podem variar drasticamente. Na China, apenas 9% dos pesquisados encontraram marcas inseridas em redes sociais, sendo que 48% as procuravam ativamente. Na web, pelo menos, o apetite da China para as marcas é muito superior à dos consumidores europeus ou americanos.
O Brasil lidera o ranking das redes sociais, com metade dos usuários da web postando mensagens em sites como Orkut e Facebook. Os brasileiros também têm uma rede de contatos maior em sites sociais com uma média de 231, logo atrás da Malásia com 233, enquanto os japoneses, tanzanianos e sul-coreanos têm o menor número de conexões por pessoa, em 29, 38 e 50, respectivamente.
Muitas das grandes marcas, incluindo Coca-Cola e Starbucks, já estão buscando formas de se inserirem nesses novos meios, utilizando o Facebook como seus principais canais de comunicação com o consumidor. Atentos as novas mídias sociais, empresas de bens de consumo como a Unilever e Procter & Gamble estão direcionando uma parcela de seus orçamento em publicidade online, e até mesmo de força de venda, diretamente ao Facebook.
Muitos dos anúncios veiculados no Facebook incentivam os usuários a “curtir” uma marca ou produto, ou seja, esses optam por recebem notícias e atualizações dessas empresas.
Uma pesquisa realizada com 1642 consumidores de seis países que “curtiram” nove marcas especificas, descobriu que as principais razões realizassem essa ação foram receber promoções, conteúdos exclusivos e novidades sobre novos produtos. Muitos pesquisados entretanto, simplesmente gostariam de compartilhar os produtos e serviços que gostavam com seus amigos.

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